sábado, 27 de agosto de 2016

Canção do Exílio


Canção do Exílio

                        Eduardo Dall’Alba

 

Minha terra tem parreiras

Onde canta o sabiá

Tem trabalho dos mais simples

Que não encontro por cá

 

Em cismar comigo a noite

Menor parazer eu encontro

Minha terra tem parreiras

Onde é difícil cantar

 

Minha terra tem parrreias

E colonos à deriva

E uma crise, das fortes

Que colonos algum se esquiva.

 

O metal da minha terra

Me ofusca a vista,

Foi uma terra fria e dura

E de difícil conquista

 

Não permita Deus que eu morra

Sem que eu volte para lá

Minha terra tem parreiras,

Onde é difícil cantar

Filó uma experiência de paraíso

                     Frei Rovílio Costa

 

Nas noite longas de inverno

fiavas vida e sustento:

pungir de um Vêneto eterno

no canto fundo do vento!

(Itálico Marcon, Porto alegre, amanhecer de 26/07/1971)

                O contadino (agricultor), durante os meses de inverno, tinha que permanecer em casa, pois não havia condições de trabalhar na lavoura. Se não  houvesse um trabalho doméstico, a vida se desenrolaria num constante e, por vezes monótono filó. As mulheres tinham o tempo ocupado em preparar refeições, costurar bordar, tricotar, fiar. Os homens também fiavam. A ordenha, para quem tinha vacas leiteiras, o fabrico do queijo, manteiga, requeijão era outra atividade envolvente. Mas a maior pare do tempo era livre. Surgiram, assim, os famosos contadores de histórias, especialmente às crianças para entretê-las. Uma atividade das mães era ensinar os filhos pequenos a decorar o catecismo e muitas orações ensinadas pelos mais velhos e que passaram de geração em geração.

                A palavra filó significa, na Itália, o conjunto de trabalhos manuais que podiam ser executados em casa, no período de inverno. Uma boa atividade era o encontro entre vizinhos. Uma família visitava outra e vice-versa.

                Para quem não tivesse o aconchego dos animais, na estrebaria, anexa à casa, o aquecimento  doméstico tinha que ser feito à base de lenha.

                Impossível seria enfrentar o inverno rigoroso, de muits graus abaixo de zero, sem o aquecimento pelo fogo doméstico.

                Mas escassa era a  lenha e hoje ainda o é nas pequenas borgatas onde ainda não chegou o aquecimento domiciliar. Que fazem, hoje, nessas localidades, as pessoas idosas, os aposentados que ficam em casa  sem o que fazer?  Para economizar lenha, costumavam reunir-se anciões de duas ou três famílias, um dia nesta outro dia naquela casa, até o anoitecer, para assim, queimar lenha numa só casa. À noite, retornando, acendem o fogo para preparar os alimentos e aquecer o ambiente. Em La Valle Agordina “Belluno” em 1984, visitamos um grupo de anciãos de três diferentes famílias, reunidos numa mesma casa, ao redor do fogo, num rigoroso inverno janeiro. As mulheres faziam diferentes costuras e os homens se ocupavam   contando histórias.

                Em nossas colônias não tivemos problemas do frio. Mas o filó passou a ser uma tradição ou uma atividade da noite, ou do anoitecer. Depois de escurecer não dá para trabalhar na lavoura, sentão prepara-se a comida, fica-se conversando, rememora-se o dia passado, os pais aproveitam para uma conversa pedagógica com os filhos e a harmonia se torna completa quando, finda a janta, todos, de joelhos, desfiam as contas do rosário, rezando o terço, agradecendo a Deus pela vida, saúde, colheitas, pedindo a libertação das inteperies e pragas e rezando pelos doentes, pelos falecidos...

                Na colônia, quando se determinava fazer filó em alguma família, juntava-se em casa, procurando chegar umas duas horas antes do horário dessa família ir dormir. Tinha-se o cuidado de chegar na família depois que já tivesse jantado. Aí se ajudava a lavar a louça, se o estivessem fazendo, senão se rezava juntos o terço, se o estiva alguém doente, era costume estivessem rezando. E seguia-se o filó...

                Se houvesse alguém doente, era costume visitar também no horário do filó, mais com visita mais breve e com outro ritual. Chegava-se, visitava-se o doente, ficava-se em filó com os familiares em tempo mais breve. Ao final, se o doente não estivesse dormindo, fazia-se a despedida. O filó era com os familiares, sempre da maneia que não perturbasse o repouso do doente.

                Quando, porém, alguém estava em estado grave de saúde, que demandava a presença de alguém, noite e dia, aí estavam os vizinhos, em rodízio, sobretudo à noite, para auxiliar nesses momentos difíceis.

                O filó era, pois, um momento de harmonia da família com sigo mesma, da família com Deus através da oração, e da família com os vizinhos através de encontros periódicos, ditados pelo bom-senso e pelo nível de amizade entre famílias de costume e tradições próprias. Hoje ainda, festeiros de capelas, presidentes ou distribuir encargos entre associações, quando precisam combinar atividades ou distribuir encargos entre associados, vão fazer filó à noite, e passam a limpo a situação da entidade ou instituição que dirigem.

                Os filós eram momentos privilegiados para a crianças que podiam encontrar-se e brincar  juntas; para os jovens que se instruíam pela conversa dos adultos e também tinham oportunidade de encontro com o bem-amado ou bem-amada; e com os adultos que descorriam sobre as culturas, preços, negócios, a troca de sementes o empréstimo de animais reprodutores, troca de jornadas em tarefas especiais, a necessidade de auxiliar alguma família que necessitava de mão-de-obra, por ter alguém doente. Enfim, o filó era, acima de tudo, uma grande escola de valores humanos e cristãos, de educação para sociabilidade e cidadania.

                A dureza de um dia de trabalho não terminava na subjugação pelo cansaço, mas na harmonia do encontro. Famílias que não se visitassem em filós, eram famílias mal relacionadas.

                O filó era também oportunidade de convidar os vizinhos, por ocasião da safra de pinhão, batata, amendoim, laranjas, nêsperas, pêras... Oportunidade em que se aproveitava o bom vinho caseiro. A sensibilidade sugeria que se convidadesse os vizinhos que não haviam produzido tal e qual produto para compartilhar com eles.

                As épocas de safras, eram oportunidades para convidar os amigos ao filó. Ao tempo da uva, convidava-se alguém que ainda não tinha parreiral, para comer uva e beber o vinho doce. O amendoim, o pinhão, a batata, os crostóli, o vinho, a graspa, o café, as bolachas caseiras, eram comes e bebes corriqueiros nos filós.

                Poder-se-ia citar muitos elementos do filó. Mas, o mais importante é aquele filó não esporádico, mas que acontecia todas as noites na casa de cada colono. O encontro da família, preparando-se para a janta, jantando, lavando a louça, fazendo trança, dobrando palha de milho para cigarros, limpando a casa... em meio a uma conversa panorâmica do dia vivido. A família transformava-se em antecâmara do paraíso quando, no final de tudo, jovens, velhos e crianças se ajoelhavam e rezavam conforme o costume de cada família. Crianças adormeciam sobre os bancos e tinham que ser levados à cama no colo, jovens também pegavam no sono e vinha um sacudão dos pais para acordá-los e reagir ao sono porque precisavam rezar. Ia-se à cama abençoado por Deus, com a esperança de levantar disposto e feliz para um novo dia de trabalho que terminaria com um novo dia de paraíso, com a mesma oração noturna, mas cada dia com motivações e intenções diferentes.

                O trabalho era o sinal do progresso, os frutos do trabalho eram sinal da bênção de Deus. Mas a refeição com todos juntos, com alegria e saúde era sinal da vida, da saúde e do amor entre pais e filhos, e a oração era o grande sinal do paraíso. O filó era, pois, a grande síntese da vida do homem em família, em vizinhança e em relação com Deus.

Bibliografia:

 Nós os Itálicos Gaúchos: Mário Maestri..,{et al.} . – Porto Alegre, Ed Universidade /UFRGS. 1996.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Cachaça de cana


Cachaça de cana

Ingredientes

Raiz de mandioca, batata inglesas, cana moída, farinha de milho e água etc...

Modo de fazer:

Corte umas raiz de mandioca em pedaços, batatas inglesa, cana de açúcar esmagada e farinha de milho. Coloque no fundo de um recipiente com umas pedras encima. Após adicione a guarapa moída e deixe uns a dois dias até ferver, com um pouco de agua morna para ferver mais ligeiro.  Depois que ferveu tire para alambicar, mas deixe a cana aquilo que estava no fundo, somente acrescente novamente a guarapa, para alambicar novamente. Faça quantas vezes quiser o processo é sempre o mesmo. Na primeira alambicada saí o gredo, cachaça mais fraca, depois a corrente aquela que é mais forte

José Orido Felipe

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Arroz com Galinha caípira

Arroz com Galinha caipira
Ingredientes
1,5 kg de galinha caipira
100g de alho
3 cebolas cortadas em cubo...
4 folhas de louro
10g de pimenta do rei em grão
100g de bacon
400ml de vinho tinto
400ml de molho de shoyu
50g de caldo de galinha
50g de caldo de carne
200ml de azeite
1kg de arroz
Modo de fazer: em uma panela, esprema o alho e coloque a pimenta em grão, as cebolas picadas, as folhas de louro, o azeite, o vinho tinto e o molho shoyu. Depois, coloque a galinha cortada em quatro partes com o caldo de galinha e o caldo de carne. Leve ao fogo e então cubra com água. Depois de cozido, tire do molho e desosse a galinha. Junte a carne com o arroz e o molho, e deixe em fogo brando até reduzir. Sirva em seguida

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Receita de materiais de limpeza e higiene


Receita de materiais de limpeza e higiene
1 – Desinfetante de Eucalipto
Ingrediente:
1 maço de eucalipto cheiroso
1 litro de álcool
1 copo de sabão em pó/ou pedaço de sabão caseiro
10 litros de água fervida e fria
1 tubo de desinfetante (pinho sol)
Modo de preparar: Um dia antes coloque o maço de eucalipto de molho em 1 litro de água e junte os outros ingredientes.
 
2 Amacienate
Ingredientes:
1 sabonete Francis azul
6 litros de água
100 gr de glicerina líquida
1 vidro de leite de rosas.
Modo de preparar:
Ralar o sabonete e desmanchar em 2 litros de água fervendo. Tirar do fogo e colocar a glicerina, o leite de rosas e o restante da água. Colocar em vasilhas e deixar em um lugar protegido da luz
 
Sabão Líquido
Ingredientes:
1 e ½ litros de azeite
1 litro de água na primeira etapa.
Segunda etapa mais 24 litros de água
1 ½ litros de álcool
½ kg de soda cáustica.
Modo de fazer
Primeira etapa:
Misturar a água e a soda até desmanchar, acrescentar o álcool e depois o azeite, mexer até formar uma espuma branca tipo uma nata.
Segunda etapa: acrescentar mais 24 litros de água e a essência de sua preferência. Guardar em litros plásticos.
 
Pasta de limpeza difícil
Ingredientes: 200 gr de sabão comum
200 gr de sabão de coco
1 litro e meio de água
1 colher de vinagre
1 colher de açúcar
Modo de preparar: Picar o sabão e misturar todos os ingredientes. Levar ao fogo até derreter. Colocar em potes para usar na limpeza de panelas, etc.
 
Sabão de Glicerina4
Ingrediente
5 kg de sebo e ou gordura sobrada
1 kg de soda cáustica (tem que ser soda de boa qualidade)
4 litros de álcool
2 litros de água.
Modo de preparar:
Derreter a soda na água lentamente, mexer com colher de pau. Adicionar o álcool e mexer por alguns instantes, não fique com o rosto perto pois ao misturar respinga. Acrescentar o sebo derretido, mexendo com pá de madeira, até formar espuma (mais ou menos 3 minutos). Colocar o sabão em caixas forradas com plástico, depois de firme cortar. Pode ser usado logo após cortado.
Obs: Antes de começar fazer ter todos os ingredientes a mão.
Se desejares acrescentar 5 limões inteiros liquidificados e cortados, deixa um aroma melhor e faz mais espuma
Fazer sempre afastados do fogo. Misturar tudo rapidamente.
 
Alguns lembretes importantes
1 – Passar vinagre no rosto e nos braços quando estiveres fazendo o sabão para prevenir queimaduras.
2 – Água salobre não serve para fazer sabão, devido a quantidade de sais minerais que compõem, pois não dá consistência.
3 – Coloque sempre soda na água lentamente, mexendo com colher ou pá de pau para evitar queimaduras.
4 – Guardar o pacote de soda longe do alcance das crianças.
5 – Para fazer o sabão, sabonete usando soda cáustica, use sempre lata de folha, nunca de alumínio, ou use balde plástico.
6 – Usar colher ou pá de pau para preparar sabão, sabonete, detergente, isto é todas as receitas que se utilizam soda cáustica.
7 – Não aquecer a parafina e a cera diretamente na chama, pois pode pegar fogo nesta mistura.
 
Sabão
Ingredientes
1 kg de soda
5 litros de gordura (usada)
2 litros de água
120ml de amaciante de roupa
Modo de fazer:
Coe a gordura para que fique bem limpa e em separado dissolva a soda na água. Depois de derretida a soda misture a gordura. Junte o amaciante e mexa por 10 min. Bem de leve. Derrame o preparado em um recipiente plástico para depois de frio cortar em pedaços.
 
Limpa Vidros
Ingredientes
7 litros de água
1 litro de detergente neutro
2 litros de álcool de uso doméstico
Corante e essência de sua preferência
Modo de fazer:
Colocar água em uma vasilha plástica com 2 litros de álcool. Mexer e acrescentar aos poucos o detergente neutro. Acrescentar o corante, até a cor desejada e a essência, envasar, rotular e armazenar.
 
Emater / RS
Escritório Municipal de São José do Herval
Maio de 2015

sábado, 6 de agosto de 2016

Vinho de Bergamota





São José do Sul/RS


Ingredientes
3 litros de suco de bergamota (se quiser fazer vinho de laranja, é só substituir o suco)
2 kg de açúcar cristal
1 litro de água
1 colher (chá) de fermento para pão

Modo de preparo
1° Em um recipiente grande misture bem o açúcar e a água.
2° Acrescente o suco de bergamota coado e o fermento.
3° Coloque em um garrafão de 4,6 litros.
4° Deixe por 45 dias em um local escuro para a fermentação (quando o açúcar se tranformará em álcool).
5° A rolha deve estar furada com uma mangueirinha (das de soro de farmácia), para que a garrafa não venha a explodir durante a fermentação. No entanto, deve-se vedar bem a rolha (onde foi feito o furo) com parafina ou cera de vela derretida, para que não entre ar no garrafão. A mangueirinha não poderá encostar no vinho, estando sempre um nível acima do líquido.
6° A outra extremidade da mangueirinha deve ficar num pote com água, para não entrar em contato com o ar.
7° Durante a fermentação, formar-se-ão bolhas de ar na água. A água deve ser trocada quando suja.
8° Quando estiver pronto, não se formará mais bolhas na água. Outra dica para saber que está pronto e ver que as impurezas estarão todas na parte de baixo da garrafa (decantação).
9° Passe para garrafas menores e conserve deitadas em local escuro por mais 30 dias, bem tampadas.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Doce de Polenta, Pudim de Amendoim, Patê de alho, Bolo de banana integral etc...


 

Doce de polenta

Ingredientes

4 xícaras de suco de laranja

1 xícara de açúcar

1 xícara de água

500 gramas de farinha de milho fina

Modo de fazer

Coloque o açúcar, a água e o suco em uma panela grande e leve ao fogo por 20 minutos. Mexendo de vez em quando. Tire a mistura do fogo e acrescente a farinha. Com  uma colher de pau mexa até ficar uma massa lisa. Leve novamente ao fogo por mais 20 minutos. Coloque em uma prato refratário, espera esfriar e sirva.

Juliana Bernardo dos Passos Rodrigues – Linha São João – Criúva

 

Pudim de Amendoim

Ingredientes

1 xícara de chá de açúcar

2 vezes a mesma medida de leite

1 xícara de chá de amendoim torrado e moído

1 lata de leite condensado

3 ovos

Modo de fazer

Caramelize a fôrma para o pudim com açúcar e reserve. Bata no liquidificador o leite condensado, o leite, os ovos e o amendoim. Despeje na fôrma caramelizada, cubra com papel alumínio e cozinhe em banho-maria. Deixe esfriar; leve-o à geladeira e desenforme.

Morgana Capelani Rodrigues Neto – Criúva

 

Patê de alho

1 dente de alho

½ copo de leite desnatado

- óleo de girassol até dar ponto

1 pitada de sal

Tempero naturais à vontade (orégano) tempero verde

Modo de fazer: Bater no liquidificador o dente de alho com leite e o sal. Aos poucos acrescentar o óleo, até dar a consistência desejada. Por fim, acrescente os temperos naturais a gosto.

 

Bolo de banana integral

Ingredientes

2 bananas médias

3 ovos

2 xícaras de farina integral

½ xícara de açúcar mascavo

½ xícara de aveia em flocos (opcional)

1 xícara de óleo

1 colher grande de sopa de fermento em pó

1 colher de canela em pó.

Modo de fazer:

Bata no liquidificador as bananas, óleo e os ovos. Reserve em uma bacia, misture o açúcar, a farinha, a aveia e a canela. Após, acrescentar o creme batido e o fermento. Colocar em forno preaquecido (180 C ) por 40 minutos ou até dourar. Deixe esfriar e sirva.

 

Cuca de Nata

1 xícara de nata

2 xícara de açúcar

3 xícara de farinha

1 xícara de leite (morno)

3 ovos

1 colher de fermento

Modo de fazer: Bater as claras separadas. Coloque para assar durante 45 mim

 

Cueca virada

3 ovos

1 xícara de açúcar

4 colheres de nata

2 colheres de cachaça

1 xícara de leite

1 colher de royal

1 pitada de sal

Modo de fazer:

A massa não deve ficar muito mole. Coloque para fritar.

 

Pudim de Gelatina

1 caixa de leite condensado

2 caixas de creme de leite

1 gelatina sem sabor

½ xícara de leite

Modo de fazer:

Dissolver no leite morno por 1 minuto e 30 segundos no micro-ondas e ficar mexendo até dissolver bem, e coloque 8 colheres de açúcar para caramelizar a forma do pudim. Adicione todos os ingredientes. Após coloque no congelador ½ hora e não deixe congelar. Pegue uma faca e desgrude no meio e nos lados para não quebrar o pudim. Boa apetite.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Vinagre e receita de como fazer vinho


Vinagre de caldo de cana

Ingredientes:

2 litros de caldo de cana

Modo de fazer

1 – Coar o caldo de cana e engarrafar e deixar descansar durante 15 dias.

2 – Coar novamente e estará pronto para ser consumido.

 

Vinagre de cana de e laranja

Ingredientes

1 litro de caldo de cana

  1. laranjas

Modo de fazer

1 -  Coar o caldo de cana e o suco de laranja

2 - Engarrafar e deixar descansar durante 15 dias

3 – Coar novamente e estará pronto para ser consumido.

 

Vinagre de Caqui

Ingredientes

Caquis Maduros

Modo de fazer

1 – Amassar bem os caquis

2 – Deixar descansar por dois dias, coar e engarrafar.

3 – Deixar parado por dois meses em lugar seco e arejado.

4 – Filtrar e usar

 

Vinagre de maçã

Ingredientes

10 litros de água

1 quilo de maçã verde

1 quilo de açúcar

1 pitada de fermento

Modo de fazer

1 – Misturar todos os ingredientes e deixar descansar por 45 dias.

2 – Filtrar e engarrafar.

 

Vinagre de melado

Ingredientes

½ kg de “mãe-do-vinagre” guardar de um vinagre para o outro)

2 – conchas de melado

Modo de fazer

1 – Misturar todos os ingredientes, deixar fermentar 14 dias.

2 filtrar e engarrafar.

 

Vinagre de milho

Ingredientes

8 litros de água

1 garrafa de vinagre

1 garrafa de cachaça

3 sabugos de milho

 

Modo de fazer

1 – Misturar todos os ingredientes. Deixar descansar por 2 meses.

2 – Coar e engarrafar.

 

Vinagre de maçã

Ingredientes

1Maçã

2 litros de água

½ quilo de açúcar

Modo de fazer:

Picar uma maçã com casca, acrescentar 2 litros de água e ½ quilo de açúcar. Colocar dentro de uma vasilha (não de alumínio), cobrir com uma pano limpo e esperar até que termine de fermentar. Depois de fermentado, coar e colocar em frascos esterilizados. Do mesmo modo se faz vinagre de banana.

 

Vinho de Laranja

Ingredientes

2 litros de suco de laranja maduras

2 litros de água

1e ½ kg de açúcar

1 colher sopa de fermento de pão

Materiais e equipamentos

1 garrafão, de vidro, de 5 litros

1 rolha de cortiça

1 mangueirinha (tipo sopro)

1 vidro vazio (pode ser de conserva ou outro)

1 balde plástico ou bacia

1 espremedor de fruta

1 colher grande

1 funil

1 vela ou cera de abelha

1 pano de prato

1 coador

Modo de fazer:

1 – lavar, ou descascar e espremer as laranjas

2 – Coar o suco e misturar a água, o açúcar e o fermento

3 – Colocar esta mistura no garrafão esterilizado

4 – Colocar a rolha no garrafão sem encostar no suco Furar a mesma e colocar a mangueirinha no orifício da rolha

5– Vedar bem, parafinado ao redor da rolha, para evitar a entrada de ar no garrafão

6 – Mergulhar a outra extremidade da mangueirinha no vidro com água até a metade

7 – Deixar o garrafão em pé, em lugar fresco, para fermentar em repouso absoluto durante 45 dias, quando o vinho estará pronto.

8 – Engarrafar o vinho, após este período, em garrafas esterilizadas.

 

Obs: A água do vidro deve ser trocada cada vez que ficar turva (resíduos da fermentação)

 

Vinho de Azedinha do mato (fruta)

Preparar, como se prepara qualquer outro vinho. Servem, também todas as frutas que os pássaros comem, para fazer este vinho. Contudo, deve-se acrescentar água e um pouco de açúcar, para fermentação.

Vinho de Bananas maduras:

Ingredientes:

Para 1 balde de bananas amassadas. 2 baldes de água e um pouco de açúcar, para fermentar

Modo de fazer:

Ver receita de vinho de uva.